Há muito tempo, quando a internet começou a pegar no Brasil, em meados de 1995, eu já ouvia falar sobre conexão via computador, mas era coisa pra endinheirados e que manjavam bem de computador. Um colega de sala, gordinho, chato, mas cdf e que sabia tudo de informática vivia falando sobre isso. Ele dizia ter conhecido uma garota e que estava se correspondendo por mensagens. Na época nunca me passaria pela cabeça que um relacionamento de verdade pudesse brotar de algo tão impessoal assim. Claro que eu entrava no grupo do pessoal que dizia que isso nunca iria se desenvolver para a realidade. E os maldosos ainda dizia que era um tipo de “revista de sacanagem virtual” onde esse colega só ficava imaginando a mulher dos sonhos dele no computador e tocava uma bronha em casa, tipo forever alone.
Com o tempo fomos conhecendo a internet, suas ferramentas e toda aquela parafernalha nova. O gordinho, no final do ano começou a namorar de verdade com a moça que ele conheceu. Já não era tão impossível conhecer alguém pela internet, embora eu ainda achasse improvável que algo de qualidade brotasse dali.
O tempo passou e descobri que estava enganado. A internet é apenas mais um veículo para conhecer novas pessoas. A tecnologia avançou e muita coisa surgiu para a interação das pessoas. Hoje já não é um absurdo como era antes dizer que conheceu alguém via internet. Muitas amizades minhas começaram assim, apesar de que para isso realmente vá pra frente tem que dar prosseguimento à amizade fora da internet e não se restringir a ela.
Ainda existe gente que se conhece somente pela internet e tem muita interação e carinho. Mas, na minha opinião , isso só se consolida com o real encontro. Enquanto virtual, apenas idealizamos as pessoas que queremos que eles sejam, pois tudo esta restrito aos textos que trocam. Mas nem tudo aparece nas mensagens que trocam. Aconselho quem tenha amizades virtuais a se encontrarem, mesmo que morem em lugares muito distantes. Sempre tem uma reunião de algum assunto quem ambos gostem pra ir.
sábado, 13 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Tem bandido em todo lugar
Recentemente passei o final de semana da Praia Grande e vi como está infestado de bandido aquele lugar. Claro que eu sabia que todo marginalzinho que passa de bicicleta em par, 90% é bate carteira, mas não sabia que tinha aumentado tanto assim.
Quando saia, não levava nada, sem relógio, sem máquina fotográfica, sem tênis da hora. Somente a roupa do corpo e uns R$5 caso eu queira comprar uma cerveja.
Quando estava na calçada da praia vi duas vezes esses marginalzinhos me medindo, vendo se reparavam alguma coisa pra roubar. Tinha cara de bandido da FEBEM mesmo.
Em outra oportunidade vi dois bandidinhos de boa na calçada. Passei por eles. Um outro casal que estava próximo ficou olhando para a rua ao lado não sei porque. Nessa hora que eu passei, eles levantaram e eu pensei que iriam me assaltar, mas foram em direção desta rua lateral. Será que eu estava louco ou preconceituoso, achando que eram bandidos? Então fiquei olhando aonde iam. Não é que eles atacaram e roubaram um senhor que estava nesta rua. À noite, ouvi gritos de uma mulher. Imediatamente coloquei a cabeça na janela pra ver o que estava havendo, se alguém estavam atacando-a. Só vi ela gritando “pega ladrão” e três fdp fugindo de bicicleta.
Voltei pensando que a praia era terrível. Hoje minha mãe disse que ontem à noite um motoqueiro assaltou uma mulher em frente a minha casa. Em frente!!! Quem viu foi minha vizinha. A violência não está mais longe de casa, mas em frente. Às vezes a gente fica sabendo de violência em algum lugar da cidade, se preocupa, mas de alguma forma fica tranqüilo, pois aconteceu um pouco longe da sua casa. Mas no dia seguinte essa mesma violência pode ocorrer com você.
Não tem mais escapatória. É diminuir as chances disto acontecer como evitar carregar muito dinheiro, chamar atenção de bandido e evitar alguns lugares reconhecidamente mais propícios ao assalto. E rezar.
Quando saia, não levava nada, sem relógio, sem máquina fotográfica, sem tênis da hora. Somente a roupa do corpo e uns R$5 caso eu queira comprar uma cerveja.
Quando estava na calçada da praia vi duas vezes esses marginalzinhos me medindo, vendo se reparavam alguma coisa pra roubar. Tinha cara de bandido da FEBEM mesmo.
Em outra oportunidade vi dois bandidinhos de boa na calçada. Passei por eles. Um outro casal que estava próximo ficou olhando para a rua ao lado não sei porque. Nessa hora que eu passei, eles levantaram e eu pensei que iriam me assaltar, mas foram em direção desta rua lateral. Será que eu estava louco ou preconceituoso, achando que eram bandidos? Então fiquei olhando aonde iam. Não é que eles atacaram e roubaram um senhor que estava nesta rua. À noite, ouvi gritos de uma mulher. Imediatamente coloquei a cabeça na janela pra ver o que estava havendo, se alguém estavam atacando-a. Só vi ela gritando “pega ladrão” e três fdp fugindo de bicicleta.
Voltei pensando que a praia era terrível. Hoje minha mãe disse que ontem à noite um motoqueiro assaltou uma mulher em frente a minha casa. Em frente!!! Quem viu foi minha vizinha. A violência não está mais longe de casa, mas em frente. Às vezes a gente fica sabendo de violência em algum lugar da cidade, se preocupa, mas de alguma forma fica tranqüilo, pois aconteceu um pouco longe da sua casa. Mas no dia seguinte essa mesma violência pode ocorrer com você.
Não tem mais escapatória. É diminuir as chances disto acontecer como evitar carregar muito dinheiro, chamar atenção de bandido e evitar alguns lugares reconhecidamente mais propícios ao assalto. E rezar.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Descobrindo a quilometragem
Uma coisa que me anima é vencer desafios. Se eu conseguir 10 num dia, amanhã quero fazer 20, depois 30 no seguinte e assim sucessivamente. Então primeiro tenho que ter tudo marcado com números pra saber se estou melhorando ou não. No local onde eu pretendo correr, não tem nenhuma marcação de distancia, então não sei quanto estou correndo. Isso me desanima por completo.
Então o esquema que usei foi descobrir primeiro um local onde tem esta marcação pra eu ver quanto tempo levo pra percorrer normalmente aquela distancia. Tendo este número, faço uma regra de três e descubro quando tempo uso pra percorrer o local onde tenho pra correr e chegar na distância.
Usei para isso a ciclovia da Praia Grande. Bem ou mal, ela informa a cada 100 metros a distância percorrida. Então do AP onde estava na praia da aviação até o final na praia do forte e voltar levei 1h48m e a distância informada pelas plaquinhas era de 9.400 metros. Voltando pra casa adotei minha tática. Fiz a caminhada pelo Parque de Toronto, próximo de cada, e levei quase o tempo da praia: 1h53. Logo tenho 9.853 metros para fazer minha corrida.
Hoje, sabendo a distância a percorrer, comecei minha corrida. Claro que como é a minha primeira, andei mais do que corri. Mas consegui em alguns momentos fazer um cooperzinho. Tempo final: 1h35. Amanhã tentarei diminuir mais. Vamos ver se dá pra continuar sem perder o animo.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Rock na Praia
Até hoje me lembro do lendário Chapinhas’s bar, que muito provavelmente já não existe mais, que eu encontrei em Caraguatatuba em uma antiga virada de ano. Muitas histórias deste dia. Mas o que destacava o bar era a qualidade da música: rock e metal.
Em praticamente 90% dos botecos de praia a música predominante é o pancadão funk, axé e pagode, ou seja, lixo music. Achar algum lugar que toque algo diferente é raro e que deve ser elogiado. Logo o Chapinhas era excelente. Ao lado do som tinha uma caixa com uma 50 cds todos de rock. Entre uma cerveja e outra eu ficava escolhendo a trilha sonora que viria. O balconista que era responsável pelas bebidas e pela música falou “escolhe ai”. Pra que. Fiz uma seleção de uns 10 cds pra ficar tocando um atrás do outro, enquanto eu e uns amigos secávamos as garrafas. Nem precisa dizer que saí carregado neste dia.
Mas foi tão bom que voltamos outras vezes nesse bar que continuava tocando rock em finais de ano e inclusive carnavais. Não voltei mais em Caraguá e conseqüentemente no tal boteco.
Neste final de semana estava na Praia Grande e me deparei com um quiosque tocando Beatles. Sensacional. Pensei que era uma música que acabou entrando sem querer entre uma da Tati-quebra barraco e uma da Ivete Sangalo. Esperei pra conferir. Não é que toca mais dois rock antigos na seqüencia. Pelo menos o dono deve curtir o som.
Claro que o que atrai mais fregueses é o garbage music, mas é louvável que ele toque uns roquinhos pelo menos uma parte do dia. Provavelmente depois ele volte pra bunda music. Mas já teve o meu respeito.
Em praticamente 90% dos botecos de praia a música predominante é o pancadão funk, axé e pagode, ou seja, lixo music. Achar algum lugar que toque algo diferente é raro e que deve ser elogiado. Logo o Chapinhas era excelente. Ao lado do som tinha uma caixa com uma 50 cds todos de rock. Entre uma cerveja e outra eu ficava escolhendo a trilha sonora que viria. O balconista que era responsável pelas bebidas e pela música falou “escolhe ai”. Pra que. Fiz uma seleção de uns 10 cds pra ficar tocando um atrás do outro, enquanto eu e uns amigos secávamos as garrafas. Nem precisa dizer que saí carregado neste dia.
Mas foi tão bom que voltamos outras vezes nesse bar que continuava tocando rock em finais de ano e inclusive carnavais. Não voltei mais em Caraguá e conseqüentemente no tal boteco.
Neste final de semana estava na Praia Grande e me deparei com um quiosque tocando Beatles. Sensacional. Pensei que era uma música que acabou entrando sem querer entre uma da Tati-quebra barraco e uma da Ivete Sangalo. Esperei pra conferir. Não é que toca mais dois rock antigos na seqüencia. Pelo menos o dono deve curtir o som.
Claro que o que atrai mais fregueses é o garbage music, mas é louvável que ele toque uns roquinhos pelo menos uma parte do dia. Provavelmente depois ele volte pra bunda music. Mas já teve o meu respeito.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Gordura Extrema
Não é possível que se chegue a este ponto sendo uma pessoa normal. Digo, uma pessoa que trabalha, anda até a estação de trem ou metro, que pega ônibus ou que todo dia de manhã vai comprar pão na padaria, não fica com aquela barriga gigante.
Quanto mais próximo do peso ideal, mas difícil é perder peso. Por isso que muita mulher sofre por ai, pois busca aquela barriguinha pra deixar a vista e pra isso precisa emagrecer além do necessário para ter uma vida saudável. Ou seja, uma gordurinha é a coisa mais normal do mundo, até desejável pois é bom carne pra se pegar. Então essa pessoa come pouco, faz exercícios e ainda não abaixa o peso. É doloroso.
Mas uma pessoa com um peso extremamente grande, basta uma caminhada de 1 hora por dia pra perder vários quilos de uma só vez. O nível de sofrimento que um gigante teria pra perder uns 10 quilos seria bem menor, teoricamente, do que os mesmos 10 quilos pro gordinho. Logo chego à conclusão que o extremamente gordo é um relaxado preguiçoso. Tudo bem que podemos dizer várias coisas sobre o problema dos fast foods, doces e da dificuldade em mudar hábitos alimentares e exercícios. Mas é inadimissível uma pessoa estar extremamente gorda.
sábado, 6 de novembro de 2010
Restrição a livro de Monteiro Lobato
O Conselho Nacional de Educação queria restringir a leitura do livro Caçadas de Pedrinho do Monteiro Lobato por ser racista. Mas parece que haverá uma revisão e não será restringido, mas pode ter uma nota de página.
O politicamente correto é uma merda. Concordo que devemos ter mais cuidado com relação a preconceitos em geral, mas ter uma patrulha da censura barrando qualquer termo da lingua portuguesa por dar uma conotação negativa é uma besteira. Principalmente querer vetar uma obra importante da literatura nacional.
Com esse excesso de restrições acabam criando até piadas como a "cota de negros pra qualquer coisa que a gente faça, ou tudo que vier a palavra preto tem que ser trocada por afro-descendente. O racismo é terrivel e deve ser combatido, mas ficar prestando atenção a cada palavrinha dita ou escrita pra julgar se a pessoa foi preconceituosa ou não é coisa de psicótico.
Racismo se combate nas atitudes, não nas palavras. Quando se vê alguém ser desrespeitado, excluído, diminuído ou tratá-lo como ser inferio apenas pela sua raça, ai sim deve-se tomar uma medida drástica, inclusive por ser um crime inafiançávvel e imprescritível. Agora ficar policiando textos preconceituosos... podiam vetar a Bíblia então, que é cheia de termos "politicamente incorretos".
O politicamente correto é uma merda. Concordo que devemos ter mais cuidado com relação a preconceitos em geral, mas ter uma patrulha da censura barrando qualquer termo da lingua portuguesa por dar uma conotação negativa é uma besteira. Principalmente querer vetar uma obra importante da literatura nacional.
Com esse excesso de restrições acabam criando até piadas como a "cota de negros pra qualquer coisa que a gente faça, ou tudo que vier a palavra preto tem que ser trocada por afro-descendente. O racismo é terrivel e deve ser combatido, mas ficar prestando atenção a cada palavrinha dita ou escrita pra julgar se a pessoa foi preconceituosa ou não é coisa de psicótico.
Racismo se combate nas atitudes, não nas palavras. Quando se vê alguém ser desrespeitado, excluído, diminuído ou tratá-lo como ser inferio apenas pela sua raça, ai sim deve-se tomar uma medida drástica, inclusive por ser um crime inafiançávvel e imprescritível. Agora ficar policiando textos preconceituosos... podiam vetar a Bíblia então, que é cheia de termos "politicamente incorretos".
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
The Good Wife
(sem Spoilers)
Terminei esta semana de assistir a primeira temporada do ótimo seriado The Good Wife.
É um seriado de tribunal, ou seja, daqueles em que boa parte da história se passa na disputa entre advogados onde o que tem o melhor argumento ganha. Mas não é somente isso. Na história a personagem principal Alicia Florrick é uma mulher casada com o procurador geral da república Peter Florrick (o Mr.Big de Sex and the City) que é pego em corrupção política e nun escandalo sexual com prostitutas. É preso e se suspende todos os seus privilégios. Então Alicia é obrigada a voltar a trabalhar como advogada, mas é constantemente desprezada pelos colegas e advogados por ser "a mulher traída e esposa de político corrupto", apesar de ser ótima advogada.
Ela também deixa transparecer em seu trabalho uma visão mais humana das coisas. Vê em um contato amistoso com o cliente novas provas a favor, coisas que os advogados "normais" não vêem pois estão muito focados no serviço de advocacia simplesmente. Ao mesmo tempo que lida com o serviço e contra a discriminação dos colegas de tribunal, ela tem que lidar com a vergonha e a humilhação de ser a corna, ter uma certa aparência pública ao lidar com o marido que está preso e criar duas crianças.
É nesse jogo de cintura que ela se mostra uma mulher forte. Ela tem que lidar com o marido que jura que é inocente das acusações de ser corrupto apesar de admitir a traição. E também reluta em usar suas influências de ser "a mulher do homem" para ganho próprio na empresa que trabalha. Ela entra como associada júnior e está em disputa de uma vaga com outro associado, que também é bom advogado e mais jovvem e ambicioso.
Durante o seriado muitas perguntas vão sendo solucionadas:
- Alicia vai perdoar Peter?
- Alicia vai ganhar a vaga de assistente júnior?
- Quem quer prender Peter a toco custo? O homem de preto.
- Alicia vai ter um caso extra-conjugal?
- Peter vai conseguir sair da cadeia?
Os outros personagens do seriado são igualmente fortes. Os donos da empresa Will Gardner e Diane Lockhart, cada um com seu "problema" romantico. E Kalinda, a detetive da empresa que consegue as melhores provas a favor de seus clientes.
Termina com um excelente cliffhanger (gancho) para a próxima temporada. Mal posso esperar pra ver.
Terminei esta semana de assistir a primeira temporada do ótimo seriado The Good Wife.
É um seriado de tribunal, ou seja, daqueles em que boa parte da história se passa na disputa entre advogados onde o que tem o melhor argumento ganha. Mas não é somente isso. Na história a personagem principal Alicia Florrick é uma mulher casada com o procurador geral da república Peter Florrick (o Mr.Big de Sex and the City) que é pego em corrupção política e nun escandalo sexual com prostitutas. É preso e se suspende todos os seus privilégios. Então Alicia é obrigada a voltar a trabalhar como advogada, mas é constantemente desprezada pelos colegas e advogados por ser "a mulher traída e esposa de político corrupto", apesar de ser ótima advogada.
Ela também deixa transparecer em seu trabalho uma visão mais humana das coisas. Vê em um contato amistoso com o cliente novas provas a favor, coisas que os advogados "normais" não vêem pois estão muito focados no serviço de advocacia simplesmente. Ao mesmo tempo que lida com o serviço e contra a discriminação dos colegas de tribunal, ela tem que lidar com a vergonha e a humilhação de ser a corna, ter uma certa aparência pública ao lidar com o marido que está preso e criar duas crianças.
É nesse jogo de cintura que ela se mostra uma mulher forte. Ela tem que lidar com o marido que jura que é inocente das acusações de ser corrupto apesar de admitir a traição. E também reluta em usar suas influências de ser "a mulher do homem" para ganho próprio na empresa que trabalha. Ela entra como associada júnior e está em disputa de uma vaga com outro associado, que também é bom advogado e mais jovvem e ambicioso.
Durante o seriado muitas perguntas vão sendo solucionadas:
- Alicia vai perdoar Peter?
- Alicia vai ganhar a vaga de assistente júnior?
- Quem quer prender Peter a toco custo? O homem de preto.
- Alicia vai ter um caso extra-conjugal?
- Peter vai conseguir sair da cadeia?
Os outros personagens do seriado são igualmente fortes. Os donos da empresa Will Gardner e Diane Lockhart, cada um com seu "problema" romantico. E Kalinda, a detetive da empresa que consegue as melhores provas a favor de seus clientes.
Termina com um excelente cliffhanger (gancho) para a próxima temporada. Mal posso esperar pra ver.
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